domingo, 24 de fevereiro de 2008

Final de jogo bombástico

Na tarde desde domingo a partida de futebol entre o Criciúma e o Avaí não terminou nada bem. Um dos jogos decisivos da rodada final do primeiro turno do Campeonato Catarinense terminou em briga. O confronto aconteceu entre as torcidas e a polícia militar. A cidade viu mais uma vez cenas de violência. O começo disso tudo foi por causa de uma explosão de bomba caseira, que segundo a imprensa foi jogada por algum torcedor do Avaí. A bomba atingiu o senhor Ivo Costa, de 62 anos. "Eu fui pegar, não sabia o que era", foi o que disse Ivo em entrevista para a rádio Eldorado AM. Segundo pessoas entrevistadas pela rádio a mão do aposentado foi praticamente amputada. Um sobrinho de Ivo afirmou que o aposentado só vai em jogos importantes, pois tem dificuldade de locomoção.

Todos os ônibus da torcida do Avaí foram encaminhados para o quartel da polícia militar para que seja identificado o responsável pela bomba.

Mas a grande discussão é: o quanto de segurança há no campo? E a polícia é realmente preparada para controlar confrontos? Algumas pessoas reclamam da forma como a polícia faz suas ações. Bombas, balas de borracha, briga com torcedor... etc. Concordo que muitas vezes existem policiais mal preparados, mas nem todos são assim. Fica meio complicado mesmo na hora de enfrentar esse tipo de situação. Onde infelizmente torcedores fazem besteira. Se a polícia não enfrentar eles passam por incopetentes. Muitas vezes tem aquele torcedor abobado que infrenta a polícia ou faz pirraça para ver qual reação dos políciais.

Também é analisada a segurança disponibilizada pelo campo de futebol. Onde não existe uma revista completa dos torcedores. Enfim, quem errou? Faltou segurança? Faltou um melhor preparo? Na minha opinião faltou noção de saber torcer pelo seu time. A violência só estraga a festa chamada futebol. Enquanto isso, a mensagem que fica é: nem sempre ir ao campo é tão seguro.

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