terça-feira, 6 de maio de 2008

Você acredita?

Número 13 dá azar, mas o Zagallo diz que dá sorte. Passar por de baixo da escada, gato preto, quebrar espelho, bater na madeira, trevo de quatro folhas, pé de coelho; todos símbolos ligados a superstições. Você acredita nisso? Tanto acredita que tem até uma especial? Pois bem essa história toda começou faz tempo.

Superstição é a crença tradicional de que certa ação ou ocorrência pode causar ou predizer um acontecimento aparentemente não relacionado com ela. Prática mágico religiosa para as quais não há explicação lógica e que se baseiam na convicção de que certos atos, palavras, números ou objetos trazem males, benefícios, sorte ou azar.
Elas sempre existiram até mesmo em meios considerados de pessoas cultas. Tanto que pensadores tentaram entender e defini-la. Eram eles Herbert (1902), Mauss (1903), Durkheim (1912), Frazer (1890) e Malinowski (1825). Eles diziam que elas eram de caráter anti-religioso, uma pseudociência ou uma resposta a insuficiência da ciência. Mas enfim, seja o que for, alguém sempre tel um superstição que seja (se você não tem, pensa bem). Mas voltando a racionalidade, elas não querem dizer nada pois não existe nenhuma comprovação cientifca. E não tem nada haver com religião. As crenças consideradas superstições não tem nenhum apego religioso.


O termo superstição encontra-se ligado a religiosidade. Inclusive os termos CRENDICE e SUPERSTIÇÃO são empregados para definirem o sentimento que se encaminha para crenças estranhas, significando entre o povo a mesma coisa. Investigando, percebe-se a sensibilidade que estas expressões despertam nos seus seguidores, nota-se que elas fazem nascer crenças subjetivas que se diferenciam
na prática. O crendeiro sublima a religião que professa com tamanha fé nos santos, nas rezas e promessas; é eclético, acredita um pouco em todas as religiões e de todas segue retalhos de ritos. Na superstição, observa-se a ausência de uma paixão religiosa entranhada e doentia; as entidades santificadas ou temíveis são substituídas por objetos, animais, vegetais, minerais, por palavras e gestos.

As pessoas que creem são geralmente mulheres, jovens e intelectuais. Até Napoleão Bonaparte acreditava. É isso mesmo, quando ele tinha 27 anos e estava no meio de uma batalha na Itália percebeu no turbilhão de um combate que no seu bolso se quebrara o vidro que protegia a miniatura de Josefina. Parando o cavalo disse: “Quebrou-se o vidro! Minha mulher está doente ou é infiel. Prossigamos!”

Eu vou confessar: não passo por baixo de escada e quando quero ter força durante a semana pinto minha unha de vermelho. Escolho essa cor por causa da vibração de força que o vermelho trás, tem lógica até.


E você? Tem algum superstição?


Fonte: http://www.facom.ufba.br/com024/supert/quee.htm

2 comentários:

Queruby disse...

Ola
Eu sou supersticiosa, e neste momento estou com um caso desses vou fazer um jantar de amigos que tenho 13 pessoas confirmadas :)
Vamos ver como vai ser :)

Beijufas de Luz!!

Môzi disse...

Eu não passo debaixo de escada, por nada no mundo.
Mas aí é mais por bom senso do que por superstição, né?

Sobre gato preto, as pessoas têm essa superstição de que ele dá azar... mas isso começou pq as chamadas "bruxas" que eram linchadas e queimadas na fogueira tinham um gato preto em casa... Mas, se você for pesquisar as origens, vc descobre que gato preto dá sorte.
As bruxas faziam feitiços, sim, mas eram para o bem. E tinham gatos pretos pq eles davam sorte...
Enfim, eu adoro gato preto, e o amor da minha vida é pretinho e faz miau.

Bjs!