domingo, 28 de dezembro de 2008

Opa!!!

2009 já está batendo na porta. Hora de fazer planos e promessas. Ai vai uma das várias promessas que passaram por minha cabecinha nessa reta final de 2008: voltar com tudo ao blog. É o Magalices anda meio abandonadinho, mas prometo voltar com tudo em 2009. Até já estou produzindo alguns posts... é a inspiração está voltando. Ano novo, vida nova, experiências novas tem como não render pauta isso tudo?

Um Feliz 2009 para todos! Aproveitem essa data maravilhosa de renovação de sonhos. A chance de começar tudo de novo, tem coisa melhor? Pule sete ondas, agradeça a Deus, viaje com os fogos de artifício que iluminam os céus na virada, beba champagne com moderação, beije sem moderação e também transmita carinho e amor sem moderação.

Nos "vemos" no ano que vem, pois o blog está voltando :D


Beijosssssss!!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Essa é a hora

Final de ano chegando muitas coisas passam por nossas cabeças. Talvez a principal seja a tradicional análise de final de ano, afinal de contas essa é a hora de pensar em tudo o que foi e tudo que não foi feito. Uma coisa que não entendo muito é o porque de pensar nisso só agora? Deveriamos pensar sempre. Olhar mais para dentro de nós, e descobrir realmente o que buscamos. Quais sonhos seguir, quais amores buscar, quais sentimentos abolir ou aumentar em nosso coração. O que me fez pensar nisso foi o email que recebi do site de RH Pharol nesta quinta-feira. Nele existiam algumas perguntas básicas que de tempos em tempos, na minha opinião mais de uma vez por ano, devemos fazer para não perder tempo de vida. Ela passa rápido demais, ficar perdendo o rumo não é legal.


Como achei super legal as perguntas coloco no blog para vocês também analisarem a vida. Li as perguntas e tenho várias respostas para elas, vou tentar fazer isso no ano que inicia e já no final desse ano. Porque não temos tempo a perder.


São 03 perguntas básicas:

a) O que você fez de excelente em 2008 e deve repetir em 2009?
b) O que você fez de errado em 2008 e deve evitar em 2009?
c) O que você não fez em 2008 e deve fazer em 2009?

Para facilitar divida as mesmas perguntas em 05 áreas:

a) Em relação à sua empresa.
b) Em relação aos seus colegas de trabalho.
c) Em relação à sua família.
d) Em relação aos seus relacionamentos.
e) Em relação à sua espiritualidade.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Como assim???

Uma das coisas que mais gosto em hotel é a TV a cabo. Algo tão comum para alguns mas não tão para mim. Digamos que cortei a assinatura lá em casa por dois motivos: por causa da monografia e por causa do bolso. A parte da monografia explico dizendo que sou viciada nos canais do Telecine. Engato um filme atrás do outro. Bom, a parte do bolso é falta de dinheiro mesmo.

Só que por conta do administrador do hotel fiquei em um quarto muito legal, só que sem Tv a cabo. Pode isso? Mas analisando o lado positivo vou poder ler os dois livros que trouxe para ler aqui nesta semana que fico em Florianópolis. O livro dos Espiritos e Descubra quem você é do Dalai Lama. Estou em busca da evolução espiritual para que melhor dor que ficar lendo?

Tá, esquecendo essa parte do pensamento positivo... ei tio da recepção eu quero minha TV a Cabo!!!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Mais uma marca, uma história e uma lembrança

Acordei cedo neste sábado, com um pouco de sono por ter ido dormir quase quatro horas da manhã após ter conversado muito com minhas amigas. O assunto? Para variar relacionamentos e homens. A conversa foi legal, confesso. Também confesso que talvez eu deva ouvir mais meus próprios conselhos. Bom isso falo outro dia... hoje o assunto é outro. Só acordei e liguei para o Edinho, o tatuador da vez.

- Oi, sou a menina das borboletas e da frase. Posso fazer a tatoo hoje? Ah, mas quero a pomada anestésica tá.
- Vai vir de certeza? Se vier vou em casa buscar a pomada.
- Certeza! Estou ai as 10h pode ser?
- Claro! Combinado então.

Assim foi a conversa. Depois disso levantei e tratei de me arrumar para ir fazer minha segunda tatoo. As borboletas já estavam escolhidas, são quatro tipos, cada uma com seu estilo e cada uma representando um membro de minha família: pai, mãe, irmã e euzinha. A frase é em homenagem a minha linda vózinha Irene falecida há algum tempo. Amei muito essa mulher e queria ter algo comigo para sempre como forma de homenagem, então tatuei a segunda frase que me faz lembrar dela: "Deixe estar...". O significado é bem amplo e sábio: deixa que a vida anda como tem que andar... não se abafe tudo acontece como deve ser... Querem saber qual era a primeira frase? "Toma sadol!" Ela tinha essa mania de mandar todos os netos tomarem sadol, um remédio que tem algumas vitaminas, sais minerais e que aumenta o apetite. Afinal de contas ela queria ver os netos fortinhos, mas convenhamos que uma tatoo com essa frase é meio estranha.

Pois bem, tomei um café da manhã com meu amado leite ninho. E pensei na "roupixa" de fazer tatuagem (parece fútil mas é importante viu!) Coloquei uma bata branca, uma bermuda jeans e a parte de cima do biquine para facilitar o trabalho do tatuador. Explicando melhor, a minha tatuagem fica abaixo da axila, meio que nas costelas e costas (um lugar doloridooo). Com o biquine fica mais fácil ele tatuar pois pode colocar a alcinha para baixo e tals. Sem falar que a tinta poderia sujar algum sutiã lindo meu.

Cheguei as 10 horas como combinado. Mostrei o que queria fazer e passei a tal pomada anestésica. Ela fez aumentar R$ 50 o custo da minha tatuagem, mas confesso que sou fresca mesmo e paguei esse valor. Meia hora para ela fazer efeito, desenho pronto, analisado e "carimbado" no local da tatoo. Vamos começar! Opaaa! Cadê minha irmã Bruna? Tinha que ter alguém ai comigo e minha irmã seria uma pessoal legal nesse momento. Mas ela estava fazendo provão na universidade. Encomodei algumas vezes no celular e combinei com ela. Ufa, ela chegou bem na horinha do início da tatuagem. Valeu mana!

Todos posicionados, 11 horas da manhã, maquininha ligada fazendo aquele barulho que assusta. Parece barulho de dentista misturado com sei lá. Ziiiiiiiiiiii! Primeiro traço... opa! Peraí!!! Isso aqui tá doendo! Aham, a tal pomada não adiantou! Pois é pessoas, a menina aqui medrosa encarou a tatoo mesmo assim. Confesso que já fui preparada caso a tal pomada não desse resultado. Ainda bem...

O começo foi pela frase, quando ela estava quase pronta o aviso: "Bruna chega ai que vou desmaiar! " Fiasco feito, pessoas abafadas e preocupadas. Mas existem situações difíceis de controlar: "Ai tá ficando tudo amarelo ó", relatei meu momento quase desmaio. Ainda bem que não cheguei a cair. Copinho de água, cabeça entre as pernas, respirando fundo... opa to branca ainda mas to melhorando. "Pode continuar Ulisses!" Ah não falei para vocês, quem acabou fazendo a tatoo foi o filho do Edinho, o Ulisses. Confesso que fiquei bem feliz por isso ter acontecido. O menino é bom e tinha lido que ele foi vencedor de um prêmio de tatuagem em tons pretos com degradê, bem do estilo que eu queria a minha. E o trabalho continuou... não desmaiei, não fiz mais fiasco, aguentei a dor por uma hora e minha tatoo ficou linda. Amei! Doeu mas amei! Ah e quase desmaiar não é um caso isolado, outras pessoas também tem esse tipo de reação. Mesmo eu achando a dor suportável, acho que a pomada ajudou um pouquinho, não tem como controlar e a pressão baixa. Coisas da vida...

Minha homenagem foi feita. Agora carrego as pessoas que mais amo no meu coração, na minha mente e na minha pele. Simbolos que valem muito. Um ritual que quiz fazer agora no final do ano, pois sei que no ano que vem vou ficar longe deles. Vou sair de casa, morar sozinha, me virar e a saudade vai apertar, mas eles vão estar ali.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Tragédia bem explicada?

As tvs, jornais, revistas, internet, blogs, rádios... enfim todos os veículos de comunicação estão nos últimos dias falando sobre a tragédia resultante de fortes chuvas no Vale de Itajaí e na capital de Santa Catarina. É, vale dizer que são essas as regiões mais afetadas. Por exemplo no Oeste do estado falta chuva e no sul choveu muito mas não foram muitos estragos.

Lendo o site Comunique-se, um portal de comunicação, me chamou atenção o artigo do colunista Antônio Brasil (*). Nele o principal assunto era: falha na cobertura da tragédia. No primeiro paragráfo do texto a seguinte opinião:

"Se você acha que jornalismo na TV é show de imagens, profusão de lágrimas e excesso de perguntas ridículas então a cobertura das enchentes em Santa Catarina pela TV foi um sucesso.
Mas se você acredita que jornalismo de verdade, mesmo na TV, deveria investigar o que realmente aconteceu, a extensão e causas da tragédia, então a cobertura em Santa Catarina foi um... desastre."

O que vocês acham de tudo o que estão lendo/vendo/ouvindo sobre o assunto? O trabalho dos jornalistas está sendo bem feito?

Minha opinião...
Em alguns casos está havendo mais proveito do que trabalho. Aproveitam para fazer uma campanha aqui, um marketing ali, e um especial lá. Mas quero saber mais que isso, quero ver mais do que pessoas chorando e muita vezes sem condições de falar para alguém. Porque isso tudo aconteceu? Foi a primeira vez que aconteceu (eu sei que não, teve a enxente de 84)? Como reverter e tentar fazer com que isso não aconteça? A culpa é mesmo do desmatamento da amazônia? Os descuidos com a natureza já estão influênciando tanto assim? E como fica a população depois de tudo isso? O dinheiro que o governo está mandando vai ser utilizado para quê? Tantas perguntas... quero as respostas!

Tenho medo...
Agora ajudar é algo que todos estão fazendo. Estou orgulhosa do meu estado e do meu país. Mas e quando a notícia esfriar? Quando a TV passar a falar de outra coisa? Tudo o que foi doado vai acabar em algum momento. Analisando a burocracia para a ajuda do governo chegar até as pessoas, como a situação vai ficar? Não falo isso por falar, mas porque até hoje algumas vítimas do Catarina (furacão que atingiu o sul de Santa Catarine e norte do Rio Grande do Sul há 5 anos) não receberam o que lhes foi prometido. Para ajudar os bancos o auxilio é tão rápido, tomara que para a população isso também aconteça rapidinho.


(*) É jornalista, professor de jornalismo da UERJ e professor visitante da Rutgers, The State University of New Jersey. Fez mestrado em Antropologia pela London School of Economics, doutorado em Ciência da Informação pela UFRJ e pós-doutorado em Novas Tecnologias na Rutgers University. Atualmente, faz nova pesquisa de pós-doutorado em Antropologia no PPGAS do Museu Nacional da UFRJ sobre a "Construção da Imagem do Brasil no Exterior pelas agências e correspondentes internacionais". Trabalhou na Rede Globo no Rio de Janeiro e no escritório da TV Globo em Londres. Foi correspondente na América Latina para as agências internacionais de notícias para TV, UPITN e WTN. É responsável pela implantação da TV UERJ online, a primeira TV universitária brasileira com programação regular e ao vivo na Internet. Este projeto recebeu a Prêmio Luiz Beltrão da INTERCOM em 2002 e menção honrosa no Prêmio Top Com Awards de 2007. Autor de diversos livros, a destacar "Telejornalismo, Internet e Guerrilha Tecnológica", "O Poder das Imagens" da Editora Livraria Ciência Moderna e o recém-lançado "Antimanual de Jornalismo e Comunicação" pela Editora SENAC, São Paulo. É torcedor do Flamengo e ainda adora televisão.