sábado, 18 de abril de 2009

Profissão Freelancer

Vim para Florianópolis com um emprego certo. Só que cheguei aqui e levei uma rasteira danada. Vocês já viram alguém ser avaliada em uma semana? Na primeira semana a pessoa é mais perdida que agulha no palheiro. Não sabe nada da empresa, dos jobs que estão rolando, sobre os clientes e nem teve tempo de se adaptar ao novo ambiente de trabalho. Só que foi esse tempo de avaliação que tive, injusto não? Fiquei no emprego por 15 dias, sai dele já com uma substituta definida (com certeza mais barata que eu, acho que o salário também pesou nessa hora). Confesso: não estava gostando muito do trabalho. Vim tentar jornalismo e trabalhar com marketing não era o que eu queria definitivamente. Mas tem o lado financeiro, a necessidade que falava mais alto. Só que por incrível que pareça estou bem feliz. Afinal agora posso correr atrás do que realmente quero.

Há um mês, depois de muito tempo, sou uma desempregada. Já espalhei meu currículo para todos os lados. só que até agora nada. Quem conhece o meio jornalístico sabe como funciona. Um grupo fechado, onde entrar nem sempre é tão fácil. Vale muito o Q.I. (quem indica) nessas horas. Sem falar que para uma foca (jornalista recém formado/iniciante) o mercado de trabalho é um pouco mais difícil. Só queria uma chance de mostrar o que posso fazer.

Qual solução encontrada? Ser freelancer. Diploma na mão não significa emprego certo, todos já sabem disse né? Enquanto o emprego fixo não vem, invisto na minha carreira freelancer. Algumas coisas já surgiram e outras devem surgir (espero). Com a crise financeira atual essa vem sendo uma das alternativas mais utilizadas pelos trabalhadores brasileiros. Também existe uma forte tendência de terceirização no mercado, é hora de buscar adaptação. Outra observação feita é o boom de empreendedorismo existente. O povo brasileiro sempre dá um jeitinho não é mesmo? Se não tem emprego, cria seu próprio negócio. Por isso o brasileiro é reconhecido como um empreendedor nato. Vale resaltar que isso não significa que tudo o que o brasileiro faz dá certo, mas muitos no momento de crise encontram boas alternativas e conseguem levantar a renda necessária para viver.

Você já parou para pensar quantas coisas podem mudar após essa crise? Espero eu que tudo seja para melhor. Dizem que nada continua igual após uma crise como essa. Afinal de contas ela pegou bem na parte fraca do ser humano: o bolso. Infelizmente é o dinheiro que faz o mundo girar, mas acho que depois de tudo outros valores vão ganhar destaque. Espero eu!

Enquanto isso... procurar emprego vou. Desistir jamais.

2 comentários:

Filipe Casagrande disse...

Passei pela mesma agonia que tu, porém em Criciúma.

Me formei em março deste ano e fiquei desempregado. Porém, enfrentar uma situação dessa na casa dos pais, tendo o auxilio deles, facilita muito.

Custou, mas até que encontrei um emprego temporário (freela) e to bem feliz.

Mas bem como tu falastes, até achar um, é complicado...

Boa sorte nesta busca de um trabalho ai em Floripa.

Com persistência e fé, tudo se resolve ;*

Anônimo disse...

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