segunda-feira, 8 de junho de 2009

No escurinho do cinema

Anjos e Demônios (foto) foi o filme de sábado. Desde que cheguei em Florianópolis essa foi a primeira vez que fui ao cinema. Primeira observação: é uma organização! Você define a cadeira que vai sentar na hora de comprar o ingresso. Corredor M poltrona 10, essa foi a minha. Segunda: é uma inclinação! Como a sala foi construída fica quase impossível algum cabeção atrapalhar sua visão da telona. Mas vale uma dica: que tal ficar jogadão, ou jogadona, na poltrona? Quando você fica na posição correta sua cabeça atrapalha o colega de trás. Tem que ficar relaxada, com a pipoca na mão e com atenção na legenda (se você precisar dela). Terceira: namorar no cinema é legal, só que perder o filme todo por causa disso é demais. Claro que você pode fazer isso, mas ficar se agarrando e batendo com os pés na poltrona da frente já é demais. Isso aconteceu com a pessoa que vos escreve. Sim, um casal apaixonado ficou o filme todo se agarrando e batendo na poltrona 10 do corredor M. A pergunta que não quer calar: R$ 16 + R$ 16 não paga uma horinha no motel? Pagar R$ 32 para ficar no love no escurinho do cinema é dinheiro jogado fora. Aluga um DVD, paga R$ 5 e não assiste o filme em casa. Tudo bem que escurinho do cinema é algo interessante, já tem uma certa tradição em pegação e coisas do gênero. Mas, por favor, façam tudo sem ficar batendo na poltrona do coleguinha da frente. Fui obrigada a mudar de lugar.

O FILME

Adorei Código DaVinci e gostei de Anjos e Demônios. A história da igreja me fascina e realmente acredito que tem muita coisa para ser descoberta. Gosto das dúvidas e observações levantadas por Dan Brown. Dessa vez ele conta a história de uma conspiração dos Illuminatti, um grupo formado por cientistas que contrariaram algumas das afirmações da igreja católica. Como resposta a igreja assassinou quatro membros do grupo criando ainda mais problemas. Próximo a escolha do novo Papa uma vingança é iniciada pelos Illuminatti. Os quatro cardeais favoritos ao cargo são sequestrados. Nessa hora entra em cena Robert Langdon (Tom Hanks) e Victoria Vetra (Ayelet Zurer). Juntos eles iniciam a busca por pistas deixadas em uma mensagem intrigante.



PS.: como comunicadora não pude deixar de observar o papel da imprensa mostrada no filme. A verdade sobre os fatos é abafada e as informações repassadas pelo Vaticano são conforme sua necessidade. Já pararam para pensar quanta coisa acontece, aconteceu, e para nós só chega a verdade conveniente?

2 comentários:

PutzGraça!!! disse...

Um amigo nosso, também no cinema, encontrou um casal assim meio atrasado. Ele estava com uma garrafinha de Coca-Cola e começou a aspergir umas gotinhas nos dois. Eles olhavam pra trás e o safado, absolutamente sério e compenetrado no filme, fazia de conta que não era com ele. Os dois paravam um pouco e depois recomeçabam o boca-a-boca, mão-naquilo, aquilo-na-mao, e o amigo bombardeava os dois com coca gelada. Não teve jeito, o ânimo dos dois esfriou.

Deise Duarte disse...

Ainda não assisti o filme, mas o livro me encantou.

Casaisinhos no atraso deviam buscar sessões mais vazias, certo?