Sempre que ouvia aquele som de guitarra anunciando que mais um Planeta Atlântida estava por vir eu sentia um frio na barriga. Curtir a música por dois dias é muito bom. Mas o desse ano foi diferente. Não fui como planetária, fui como jornalista. Tudo bem que em alguns momentos a planetária que existe dentro de mim resolveu atacar. Ah, ficar quieta no maior festival de música do Brasil não é nada fácil. E isso trouxe alguns probleminhas, mas no segundo dia eu estava mais habituada a ser a Maga jornalista.
Conhecendo o mundo Planeta
Parece redundante as palavras mundo e planeta juntas, mas o festival é realmente um mundo. E muito além daqueles que os planetários enxergam. Camarins, cozinha, lounge, caminho até chegar ao palco. Ah, fui lá em cima. Que visão. São muitas pessoas na organização para fazer a festa acontecer. E a galera da empresa então? Rádio, mídia impressa, internet e claro nós da TV. Turnos cansativos, entrevistas, buscar artista ali, inventar assunto para o programa ao vivo aqui, papos de trabalho quando dá e fugidinhas para curtir os shows. É mais ou menos assim que funciona.
Momento fã
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