Dia das mães agora é sinônimo de pegar BR-101 rumo Criciúma, comprar presente legal e aproveitar para comer o que você fica sem comer durante um mês. Pelo menos o último domingo foi assim. Sobre a BR quero dizer que até gosto de pegá-la às vezes. Principalmente quando é uma manhã de sábado, com sol, calorzinho e com tempo sobrando. Praia do Sonho, Guarda, Garopaba, Rosa, Vila... ficam no meu caminho. Uma escapadinha sempre faz bem. Isso não aconteceu dessa vez, uma pena.
Sobre o presente legal, acho que é uma forma de demonstrar o carinho e a gratidão que tenho por minha mãe. Ela me dá força sempre. Mesmo eu sabendo que é a que mais sente saudades de mim. Na verdade não sei, porque o Virsola (meu pai) e a Bruninha estão na briga e são fortes candidatos ao pódio do coração mais apertado com minha ausência. O Pai resolveu que a cachorra da família pode me substituir em algumas horas. Tipo na hora que ele chega do trabalho, toma uma cervejinha, come tudo que vê na geladeira e assiste TV. A pintcher adora. Confesso que não achei muito legal essa comparação, mas a Ayla é uma boa companheira.
E a comida? Almoço com a família em um restaurante típico italiano, x-salada que só tem em Criciúma (isso no sábado e no domingo), sem falar no almoço caprichado que minha irmã sempre faz quando chego. Então, comer é algo que faço muito quando vou visitar minha família.
Só que fora isso, acho que aconteceu algo errado no meu final de semana. Eu que deveria ter dado o presente, mas mamãe lotou minha mala com cremes, hidratante, batons e perfume. É, mãe é mãe até no dia das mães. E eu? Adoro tudo isso.
Falarei sobre o kit que mamãe me deu no próximo post...
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