sexta-feira, 25 de junho de 2010

Zero a zero nunca mais, por favor!

Quem não gostou do futebol do Brasil contra Portugal levanta a mão! Euuuuu! Pois é, depois de 16 anos o Brasil voltou a ficar no zero a zero em uma Copa do Mundo. O último empate sem gols rolou em 94, na final contra a Itália. O time brasileiro também voltou a apresentar aquele futebol ruinzinho do jogo da estreia. Tudo bem que ele teve mais posse de bola, mas o jogo deu sono. O medo voltou! Agora é oitava de final amigo, não pode vacilar. Então, por favor, daqui pra frente nunca mais.

Escrevi isso ali para dar link para esse vídeo feito pelo editor de imagem (sensacional!) Thiago Celes. Com a edição dele o jogo até ficou mais interessante. E os erros ficaram bonitos. Coisa de uma boa edição. Espia:

Continuo mudando

Conversando durante o café da tarde hoje lá na TV comentei com meus amigos que pular sete ondas no reveillon não mudou nada do meu ano. Que besteira essa frase, para que mais mudanças do que estas que estou vivendo? De produção para apresentação, de cabelo cacheado para liso, de hippie para mais arrumadinha, de cara limpa para maquiagem estilo TV... quantas mudanças! Algumas dão medo, outras são encaradas de frente. Resolvi mudar mais uma coisa, resolvi mudar de casa. Vou sair da cidade e morar na praia. Lá vou eu para o Campeche. Lá vou eu ter minha sacada com vista para o mar. Era o que eu queria ter desde que cheguei aqui, espero confirmar que isso é algo legal mesmo. Também gosto da vista da minha atual sacada. O verde da Ufsc, as luzes de um bairro que nunca identifiquei qual é, o hotel da esquina, a rua movimentada, a escolinha (mentira esses são muito barulhentos). Vou aproveitar e curtir essa paisagem durante os próximos dias. Em julho já serei mais uma moradora do Campeche. Com minha rede na sacada e o mar como companheiro.

Um adendo!
Gosto de tudo o que estou vivendo, do desafio e de ver que o que plantei estou colhendo. De ficar feliz por ter arriscado. Viva! Encontrei um som no YouTube do Diogo Nogueira e acho que tem tudo a ver com o momento atual. Não tem como publicar aqui, por isso vou deixar o link. Clica aqui e curta o clipe da música que diz mais ou menos assim:


Tô saindo pra batalha, pelo pão de cada dia, a fé que trago no peito, é a minha garantia, Deus me livre das maldades, me guarde onde quer que eu vá, tô fazendo a minha parte, um dia eu chego lá.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Unhas no ritmo da copa

A vitória de ontem do Brasil, 3x1 contra a Costa do Marfim, fez eu ficar mais tranquila com o futebol da seleção e empolgada para torcer. Que tal mostrar a torcida nas pontas dos dedos? Unhas decoradas é o que há. Dai você pensa: "Ah Maga, mas é difícil fazer essas unhas bonitinhas." Nem é tanto assim. Se você faz sua própria unha existem os tutoriais no You Tube. E se tem sua manicure preferida, mostre para ela como se faz. Uma simples francesinha ou intercalar cores já fazer a diferença. Vasculhando os modelitos, encontrei esse no Unha Bonita e achei lindo!


Também tem a técnica mármore que é mais complicada, mas você pode fazer em casa tranquilinha. Basta misturar várias cores e dar um efeito bem legal na unha. Que tal misturar o verde, amarelo e azul? Para essa técnica existe um tutorial feito para o blog Mão Feita. Espia

domingo, 20 de junho de 2010

Hoje é dia Internacional do Surf

Com um litoral maravilhoso como o de Santa Catarina não podemos deixar de comemorar a data de hoje, o dia internacional do surf. Nosso litoral, além de lindo, faz a alegria da galera que curte uma diversão sob as ondas. O litoral catarinense é ideal para quem só brinca, para quem só quer relaxar nos finais de semana e para aqueles que vivem do esporte. Um exemplo é a família Padaratz. Neco atualmente no Word Tour e o Teco que fez história ao abrir portas para o surf brazuca. Viva o surf brazuca, o catarinense, viva o nosso litoral!

O vídeo que vou postar tem como trilha a música Better Days do Pete Murray e imagens do filme Surf Adventures.

sábado, 19 de junho de 2010

O que significa seu nome?

Seus pais tem uma enorme missão ao definir o seu nome.  Além de te dar uma identidade, o nome carrega muitas vibrações numericas. Também os apelidos, as possíveis formas de deixar seu nome engraçado e as possiveis formas de deixar seu nome ridículo. É uma definição complicada e única. Você será chamado por ele a vida toda.
Eu sou a Magali. Quando criança queria ser Beatriz por causa da novela Felicidade, exibida na Rede Globo, depois mudei de idéia. Hoje acho meu nome original e adoro saber que existem poucas Magalis no mundo. O complicado foi sempre ser, digo sempre!, comparada ao personagem criado por Maurício de Souza. Até hoje me perguntam se gosto de melância, se sou comilona, onde está a Mônica, o Cebolinha e o Cascão. O que eu digo? "Ah, sempre as mesmas piadinhas...". Mas confesso, adoro aquela personagem. Tenho caneca, edredon, toalha... o bom de ter um personagem com seu nome é ter vários produtos personalizados. Só que essa comparação com a menina dos quadrinhos fez eu esquecer de buscar saber o que realmente significava meu nome. Então, há um tempo atrás descobri que significava pérola. Achei bem legal. E hoje acessando o site Bebe descobri mais. Magali tem origem francesa e significa: Forma familiar muito usada na região da Provença para Margarida, nome de origem grega que quer dizer pérola. No site também tem como fazer uma análise númerica rápida. É bemmmm legal.
Agora entendi porque minha tia Margarida queria que minha mãe me desse esse nome. Malandra....

De cara nova

Mudar é sempre bom, o Magalices também mudou. Mas só o layout. Espero que vocês tenham gostado, eu ainda estou arrumando alguns detalhes. E viva o Blogspot que, enfim, liberou novos layouts. Não aguentava mais postar vídeos que ficavam cortados porque a largura da página era inferior a menor largura disponível para os vídeos.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Waka, waka

Começou a Copa! O Brasil começou malllll, mas espero que ele melhore. Por enquanto vamos dançar:

Ow mãe, virei apresentadora

O Magalices ficou desatualizado por dois motivos: falta de computador e de tempo. O meu HP pifou mais uma vez e o tempo ficou curtinho. Na verdade, talvez nem tenha sido o tempo que tenha diminuido e sim a ansiedade que tenha aumentado. No último dia cinco aconteceu minha estreia como apresentadora do Na Pilha, na TVCOM SC. O programa é voltado ao público jovem, estadual, ao vivo, e de segunda a sábado às 18h no canal 36 da Net ou Viamax.

Mudanças resultam em adaptações (cabelo, voz, roupinhas), em busca por evolução, em nova rotina e em medinhos bobos. E ao mesmo tempo essa mudança significa reconhecimento. Louco né? Pois bem, é assim que minha vida está ultimamente. Claro que adoro tudo isso e muitas vezes me pego pensando: "Como tudo aconteceu rápido demais". Quem lê o Magalices há mais de um ano deve lembrar das minhas lamentações da etapa inicial da minha vida aqui em Florianópolis. Algumas coisas deram errado e eu sempre dizia que apenas queria uma chance para mostrar o que sei fazer. Nem eu acreditava muito no que eu sabia fazer, mas a propaganda sempre foi a alma do negócio. Resolvi largar a publicidade e investir no jornalismo, tudo era novidade. A chance apareceu em outubro e aqui estou felizona e confiante em que tudo que está acontecendo. Não dizem que quem planta colhe? Continuo plantando e colhendo.

Essa daí apresentadora?

Enfim, viva as mudanças da vida. Viva o rumo que ela toma e viva as oportunidades que surgem. A palavra viva nestas frases possuem os dois significados: o de comemoração e o de aproveitar a vida ao máximo.

Quero agradecer a Damyller que é minha parceira nessa fase. Seus modelitos lindossss me ajudam a ficar mais bela e estilosa na telinha.

Recados moderados

É, resolvi moderar os comentários do blog. Não sou amiga do cara da Córeia não. Só estou fazendo isso para evitar aqueles comentários anônimos que falam de marcas, viagra, créditos... os famosos spams.

Sou a favor da liberdade de expressão, mesmo quando algumas coisas ditas são absurdas. A liberdade é algo complexo, principalmente a de opinião. Muitas pessoas gostam de ser livres para falar o que quer, mas não tem a mesma repectividade, ou empenho, para ouvir. E quando se fala o que quer você corre o risco de ouvir o que não quer, já dizia alguém que não sei quem é.

Ah, e resolvi escrever isso para movimentar o blog também. Fiquei mais uma vez sem PC e não rolava de atualizar o blog da TV. O Magalices voltará ao normal a partir de hoje, já que o PC voltou.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O medo que ela causa

Não tenho medo da morte, daquela vestida de preto com um cajado na mão dizendo: "vim te buscar". Não tenho medo da morte em si: do rito de passagem, do último suspiro. Tenho medo do vazio, da saudade, do sentimento de algo inacabado, dos sonhos deixados de lado, das palavras não ditas, dos momentos que não serão mais vividos, do silêncio, da ausência de conselhos, de abraços... isso sim dá medo. Mas ela vem, é algo natural. E vale tentar se preparar para ela o máximo que for possível.

As vezes não entendo a morte que acontece cedo demais, uma mãe enterrar um filho, um pai chorar por ver sua menina indo embora cedo demais. Por mais que eu acredite que tudo acontece como deve ser. Que cada um tem seu destino, e que nada acabada quando seu coração para de bater. Sou espírita, acredito em reecarnação, acredito em espíritos e acredito em destino. Isso me faz compreender melhor, mas não faz o medo de todo o vazio diminuir.

O que concluir disso tudo? Bom, imaginamos que a morte só chega quando alguém está velhinho. Isso não funciona bem assim. Vivemos como se tivessemos tempo, sendo que não temos certeza disso. O amanhã pode não chegar. Então, realmente, não deixe para fazer amanhã o que você pode fazer hoje. Diga eu Te amo, perdoe, faça o que quer, arrisque-se, busque a felicidade e simplesmente viva. A vida é louca.

Mais uma coisa...
Passamos por vários ritos de passagem, de morte, durante nossa existência: sair da barriga de mamãe, a saída de casa, deixar de ser criança, deixar de ser adolescente...  Ao sair da casa dos meus pais uma das coisas que passou na minha cabeça foi: não vou aproveitar mais a presença deles. Principalmente nessa fase quando eles vão precisar de ajuda: a velhice. Mas a vida é assim, e hoje só de ouvir a voz deles no telefone já fico muito feliz. A vida segue, e existem coisas que nunca mais serão iguais.

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