segunda-feira, 23 de julho de 2012

Um ano sem Amy



Sei que todos comentam sobre o aniversário de morte da Amy Winehouse. Sim, já passou um ano. Sim, hoje só vai dar ela na TV, na timeline do Facebook, no som dos carros, computadores, nas rádios, nos blogs... só ela. 


Eu fiz o mesmo, publiquei algo sobre ela no meu Facebook, estou aqui escrevendo enquanto escuto os álbuns que ela gravou. Foi então que resolvi realmente ouvir as músicas, sentir as letras e o que ela quis dizer. Eu não tinha parado e feito isso antes. Talvez agora seja o momento certo, talvez só agora eu possa entender algumas coisas. Conclusão: mais uma vez o amor, ou a falta dele, fez algo ser imortal. Ou você ainda tem alguma dúvida que a música dela é para sempre?

Amy foi sensível ao cantar sobre as inseguranças do amor. Cantou sobre ir embora, sobre como o amor é um jogo de azar, o querer que algo não dure apenas uma noite, cantou paixões malucas, a incerteza de realmente ser algo importante para outro alguém, sobre o luto do fim dos relacionamentos, sobre querer um cara maduro e que cuidasse dela, sobre apenas querer que outro alguém fizesse bem para ela. Cantou sentimentos simples que toda mulher já viveu ou viverá nessa vidinha. Ela foi sensível ao deixar claro o amor que sentia. Foi romântica ao extremo, foi autodestrutiva, foi desequilibrada, foi uma cantora sensacional, abriu caminho para outras cantoras sensacionais, foi ícone na moda, tinha uma voz perfeita e por isso tudo virou lenda. 


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