sexta-feira, 10 de maio de 2013

Gabriel e sua história de amor

Ahhhh o amor! Sentimento que procuramos e necessitamos a vida toda. Toda forma de amor é a meta. Viva os amores, as amoras e os poréns. Sim, os poréns. Afinal existem aqueles amores perfeitos, porém... Se bem que a perfeição não permite mas, porém ou entretanto algum. Tudo bem, achar que é perfeito também faz parte do amor. Viva o grupo dos caçadores de emoções únicas e duradouras enquanto tiver que durar. Viva o grupo dos fujões do amor também. Espécie bem representada no personagem principal do livro "Memória de minhas putas tristes", de Gabriel Garcia Márquez
.

O personagem de 90 anos nunca amou na vida. Decidido a ter um aniversário sensacional ao lado de uma menina, virgem, puta e inocente ele não imaginava que essa seria uma história de amor. É, histórias de amor também rendem livros premiados. Rendem músicas, filmes, histórias para contar, peças de teatro e algumas matérias nas páginas policiais. Pois é, nem todo amor é perfeito. Mas todo amor, independente da idade que você tiver, vai te deixar boba, vivendo nas nuvens, vendo tudo mais colorido e lindo. Pode funcionar melhor que qualquer creme rejuvenescedor. Você pode até ficar meio tola, mas isso também faz parte de amar. E isso pode dar um medo danado. Sim, perder o controle por alguém? Como assim? Ei, perca o controle por você. Afinal, amar é uma troca. Que deverá ser justa. O medo só atrapalha. Só mesmo. Tudo bem se você já quebrou a cara algumas vezes, faz parte das histórias de amores que não deram certo. É legal ter algumas para contar. Pior que isso é ter tanto medo e não amar nunca. Assim como o personagem do livro do Gabriel aí. Isso pode ser uma escolha, pode ser uma alternativa, pode ser uma fuga... mas resumindo: é uma perda de vida. Afinal, viver e não amar é algo que não combina.

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