terça-feira, 27 de maio de 2008

Vogais

Viajando pela internet achei esse texto da Mônica Buonfiglio especialmente para o Portal Terra. Do que se trata? Ela explica que para conhecer um pouco mais o lado emotivo de uma pessoa, qualidades e defeitos basta analisar as vogais do nome dela. No meu caso analisei as vogais A e I já que mAgAlI tem essas duas. Segundo ela a primeira vogal é a que mais influência.


Vogal A: a pessoa é teimosa, franca, além de revelar ambição e temperamento forte. Muito segura, provavelmente deixa qualquer outro em desvantagem. Adora ser envolvida. É afetuosa e alegre, mas quando provocada, poderá ser áspera. Recebe o amor como algo que tem direito; acha que é seu merecimento por transmitir alegria aos outros.

Vogal E: esta letra está associada à mudança de humor e propensão por julgamentos. É emotivo, mas tem certa dificuldade para expressar seu romantismo. Às vezes imaturo, acredita em tudo e em todos. Sua maior fraqueza pode estar na precipitação e na indecisão. Criativo e requisitado, é o centro das atenções. Pode seguir qualquer carreira que o coloque diante do público. É magnífico ao se expressar. Pode ter momentos de extrema alegria e raiva.

Vogal I: simboliza a inteligência e a intuição. Também representa a graciosidade e as boas maneiras. Raramente é sovina no que se refere ao relacionamento familiar. Um anfitrião maravilhoso, será o melhor dos amigos, contanto que tenham cuidado de não exigir muito dele. É um psicólogo nato. Altamente intuitivo, "sente no ar" algo ruim que esteja para acontecer. Geralmente é uma pessoa que tem muito conhecimento sobre assuntos relacionados a espiritualidade.

Vogal O: sob uma aparência modesta, a pessoa que tem em seu nome o "o" como a primeira vogal está sempre pronta a ajudar os outros. Como é bondosa e digna, não recorre a meios desonestos para atingir seus objetivos. Ama de todo o coração. Muito atenciosa, não sabe disfarçar suas emoções. Dotada de incrível paciência, trabalha firmemente em uma coisa de cada vez. Bom gosto é sua palavra-chave.

Vogal U: alegre e desembaraçado, move-se com graça e elegância. Não gosta do sofrimento humano; a vida é feita para viver as mais belas emoções. Possui vontade firme e autoconfiança quase narcisista. Não escolhe suas amizades; ao contrário, é sempre assediado por pessoas que gostam de estar com ele. Ser incomodado é algo que o aborrece. Sempre se esforça para ser gentil, mesmo com seu pior inimigo. É provável que se case mais de uma vez.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Para iniciar bem a semana...

... um texto que faz pensar. Situações que a maioria de nós já passou, está passando ou passará. Afinal de contas a vida é a maior, e a melhor, aventura de todas.


"Eu já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisa por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém. Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, quebrei a cara algumas vezes! Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade, e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)! Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida... E você também não deveria passar! Viva!!! Bom mesmo é ir a luta com determinação, abracar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve, e a vida é muito para ser insignificante." Charlie Chaplin

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Se somar acabou a minha sorte

Arnaldo Jabor escreveu um texto falando sobre o msn e os nicks que dizem indiretamente o que aquele internauta esta sentido. Eu concordei com todas as análises e confesso que já fiz algo daquele tipo. Mas hoje, assim como ele me revolto com algo da internet: as malditas correntes.

Algumas começam intimidando de primeira: agora você se ferrou, vai ter que repassar essa mensagem senão você terá azar, não vai casar, vai perder dinheiro, alguém vai morrer ou você mesma vai morrer. Ah tá... vem cá e eu acredito? Se for por isso a minha vida toda vai ser de azar, porque já abri algumas dessas que dizem ser esse o castigo. Ei ditadura correntiana eu passo a mensagem se quero ué. Ah, e para quantos amigos eu desejar. E se eu não tiver mais do que 10? O Deus da internet vai me perdoar?

E o que dizer daquelas mensagens de crianças desaparecidas. Não sei até que ponto são verdadeiras. Existe cada coisa nessa internet...

Tá vou continuar lendo meus e-mails, espero não achar mais nenhuma corrente por aqui.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Começar a segunda-feira rindo é o que há

O grupo teatral Os Melhores do Mundo esteve em Florianópolis, capital de Santa Catarina, no final de semana que passou. Nos integrantes estão os atores que interpretam o Jaja e a Juju. São eles também os criadores do sucesso "Josef Climer".

Eles vieram apresentar o espetáculo "Hermanoteu na Terra de Godah", quem foi deve ter visto algo muito bom. Eu infelizmente não fui, essa maldita monografia acaba com a minha vida social. Mas ai vai uma parte da peça para começar a semana rindo, afinal de contas para muitos a segunda-feira é o pior dia. Mas não fiquem desesperados, tem feriadão iça!!

Vamos ao vídeo:


O espetáculo:
Quando o homem enfrentava a ira de um deus menos complacente, Hermanoteu, irmão de Micalatéia e típico hebreu do ano zero – camarada, bom pastor e obediente –, recebe uma missão divina: guiar Seu povo à Terra de Godah. Num cenário que representa um imenso deserto, o ator Ricardo Pipo interpreta Hermanoteu que encontra desde Cleópatra até mesmo o Filho do Todo Poderoso.

Os atores Adriana Nunes, Adriano Siri, Jovane Nunes, Victor Leal e Welder Rodrigues revezam-se nos outros papéis, fazendo com que a jornada do protagonista seja uma turnê de humor por caricatos personagens épicos. Um espetáculo reverenciado pelo público, onde a Cia. orgulhosamente recebe o humorista Chico Anysio, interpretando Deus (com textos em off).

Fonte e maiores informações: www.osmelhoresdomundo.com

A loucura

A loucura resolveu convidar os amigos para tomarem um café em sua casa. Todos os convidados foram. Após tomarem o café, a loucura propôs:

- Vamos brincar de esconde-esconde?
- O que é isso? perguntou a curiosidade.
- Esconde-esconde é uma brincadeira que eu conto até cem e eu vou procurar, o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.

Todos aceitaram, menos o medo e a preguiça. 1,2,3..., a loucura começou a contar. A pressa se escondeu primeiro, em qualquer lugar. A timidez, tímida como sempre escondeu-se na capa da árvore. A alegria correu para o meio do jardim, já a tristeza começou a chorar pois não achava um local apropriado para se esconder. A inveja acompanhou o triunfo e se escondeu perto dele, debaixo de uma pedra. A loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O desespero ficou desesperado ao ver a loucura que já estava no noventa e nove, cem... Gritou a loucura:

- Vou começar a procurar.

O primeiro a aparecer foi a curiosidade já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado a loucura viu a dúvida em cima do muro sem saber em qual dos lados se escondia melhor. E assim foram aparecendo, a alegria, a tristeza, a timidez ...

Quando estavam todos reunidos a curiosidade perguntou:

- Onde está o amor?

Ninguém o tinha visto. A loucura começou a procurar. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do amor aparecer, procurando por todos os lados a loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho, começou a procurar entre os galhos, quando derrepente ouviu um grito. Era o amor, gritando por ter furado o olho com o espinho. A loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do amor e até prometeu servir-lhe para sempre.

O amor aceitou as desculpas. Desde então e até hoje..... O amor é cego e a loucura sempre o acompanha.
_______________
Texto enviado pela Débora, coleguinha aqui de Criciúma (SC). Adorei esse texto, e analisando bem é assim que funciona. O amor e a loucura sempre juntos, parece que perdemos o rumo e a noção de tantas coisas quando ele aparece. E não existe nada melhor :D

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Mais um trabalhador brasileiro

Fotos e texto: Magali Colonetti

Ele é mais um trabalhador brasileiro. Acorda cedo, deixa as filhas no colégio, e vai direto para o ponto de táxi. Chega 07:40 horas e só sai de lá por volta das 22:30 horas. De segunda a segunda ele leva sua marmita com a comida do almoço, por preferir evitar restaurantes com medo de comer algo com alho ou cebola, temperos que ele não gosta. Também prepara uma garrafa de café, uns pães de acompanhamento ou faz lanches para substituir o café da manhã e o da tarde. A última refeição ele deixa para fazer em casa.

Magali: Ta e sua mulher não reclama que o senhor não para em casa?
Volnei: Ela já se acostumou, e acho que até gosta. Assim não fico incomodando em casa. Falou dando uma risada muito engraçada.


A esposa é dona Nadir Terezinha dos Santos, que antes ficava mais sozinha. Seu Volnei do Santos, taxista de 44 anos, trabalhava em dois lugares: durante o dia era taxista e a noite vigilante noturno. Que horas ele dormia? No taxi mesmo, nem ia para casa. Ele também já foi cobrador de ônibus, mineiro e motorista de ambulância. Hoje o carro é sua moradia. Ali ele coxila, escuta música, vê televisão. Encostado nele ele conversa com os amigos, repara nas pessoas da rua, e faz amizades. Todos conhecem seu Volnei, porque é nesse lugar que ele passa seu dia, e passou a maior parte da sua vida nos últimos anos. Carro que ele mantém novinho, para evitar custos com manutenção e para dar maior conforto ao cliente.


Hoje ser taxista é sua única atividade. Sua principal função é esperar o cliente chegar até seu carro quando ele está no primeiro lugar da fila, ou então aproveitar que está voltando de alguma corrida e encontrar alguém que precise dos seus serviços. Assim ele “molha a tica”, expressão usada para dizer que foram feitas duas corridas numa só saída.

De uma história Volnei tem orgulho. Alguns taxistas comentaram que haviam sido logrados por um golpista que dizia ser Oficial de Justiça e trabalhar para a juíza da cidade. Um dia esse cidadão chegou no seu táxi e pediu uma corrida para Tubarão. Ele acertou o valor de R$ 70,00 para ir e voltar. E o que ele andava na cidade o cliente pagaria separado. E assim foram eles. Chegando lá o cliente foi em vários lugares e chegara a ir para Laguna. Quando o taxímetro marcava mais de R$ 200,00, ele pediu para que algo fosse pago. E o cliente assim fez. Andando mais um pouco, e somando mais um valor alto o cliente sumiu. Volnei procurou a delegacia e ouviu a seguinte frase: “Não posso prender, tem que ter flagrante”. Mesmo ele tendo dado calote em vários colegas. Assim foi procurar a juíza e ela deu mando de prisão. Essa história é algo que ele tem orgulho, e me mostrou feliz a reportagem que saiu em um dos jornais da cidade (foto).

Durante a conversa ele continuou esperando os clientes. E eu fiquei esperando junto. Os colegas saiam aos poucos e o primeiro lugar na fila chegava, mas como seu Volnei gosta de conversar continuamos o papo. Perguntei se ele já havia sofrido algum acidente. Ele lembrou de um que aconteceu há quatro anos quando teve que desviar de um motorista que vinha na pista contrário tocando o carro para o outro lado. Teve um também que bateu em seu táxi quando ele vinha embora em um dia que trabalhou na frente de boate. O motorista estava alcoolizado e nem havia reparado que algo havia acontecido seguindo em frente. Volnei correu atrás do carro da pessoa e conseguiu pará-lo. Quando o motorista reparou o estrago que havia feito, pediu que a polícia não fosse chamada, por não querer confusão sendo professor de uma universidade. Pelo menos ele pagou o estrago feito no carro e os dias que ele ficou parado. Pois um dia parado já é um grande prejuízo. “Tem muita gente barbeira nesse trânsito, pessoas que pensam que sabem dirigir e não sabem. Tem que andar com muito cuidado e cuidando dos outros. Cada um tem uma mania, e na correria do dia-a-dia se vê cada coisa”, comentou.

Histórias é o que não faltam. Pessoas às vezes pegam o táxi e pedem que Volnei seja um detetive. “Siga aquele carro, por favor!”, já foi uma frase muito ouvida por ele. Homem seguindo namorada que o traia ou o contrário, pais seguindo o filho para algum lugar, etc. Uma vez a briga sobrou em estrago no carro. O marido irritado com a espoja brigou com o amante dela, e um soco foi parar no carro. “Hei no meu carro não!”, depois de dizer essa frase ele saiu correndo do local. Também existem pessoas que pedem para fazer corrida em lugares estranhos, na maioria dos casos para comprar drogas.

Opa cliente! Lá fomos nós para uma corrida. Seu Volnei quis deixar eu dirigir o carro. “Astra novinho, bem bom de dirigir, tu tem carteira não tem? Tem experiência?” Preferi não arriscar. O cliente entrou e sentou no banco da frente nem reparando que eu estava no banco de trás, mas seu Volnei tratou de me apresentar. Ele foi direto na casa do cliente, já sabia o caminho porque ele usa o táxi umas quatro vezes por semana. A corrida foi de R$ 8,00. Voltamos e só chegando no ponto ele anotou o valor na cadernetinha. Perguntei quando ele pretendia parar. O taxista não pode mais comprar carro ou renovar ponto a partir dos 70 anos, mas ele não me disse quando pretende parar. Por enquanto aguarda a aposentadoria. “Engraçado o governo te limita tempo de trabalho e idade para se aposentar. Mas se eu pedir emprego com meus 44 anos quem vai me dar?”, criticou. Mas enquanto ele aguarda a aposentadoria, pensa em aplicar seu dinheiro em bens. Apartamento, salas comerciais... assim terá uma renda fixa e extra.

Conversei mais um pouco mas outra cliente apareceu e como ele fez a corrida rápida e voltou ao ponto sendo o primeiro da fila, lá foi ele. Situação que todo taxista gosta muito, assim não fica esperando e tem mais corridas durante o dia. “Eu faço a corrida bem rapidinho para não ficar por último na fila. Mas tem taxista que nem ajuda direito o cliente e vem correndo pra ver se consegue a vaga. Eu não faço isso não”, confessou. Então lá foi seu Volnei, mas eu preferi não ir. Era hora dele continuar trabalhando e era minha hora de voltar para casa. Ele vai voltar ao ponto e ficar até o final do expediente. E antes de ir embora, subir até o supermercado e perguntar se alguém precisa de taxista. Assim podendo terminar seu dia.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

A melhor!

Domingo é um dia especial, o Dia das Mães. Tudo bem que é uma data comercial, uma das melhores em venda por sinal, mas é bom porque elas se sentem valorizadas. As vezes é necessário um dia para que nossa ficha caia e percebemos o quanto elas são importantes.

Nessa semana muitas empresas fizeram sua campanha institucional, ou não, para falar da data. Entre as que vi, a que mais gostei foi das Casas Bahia. Um recado de mãe para mãe e com crianças aparecendo. Criança faz muito sucesso em qualquer campanha, ainda mais com esse tema. Sem falar que foram as personagens são clientes, e teve um ar de vídeo caseiro que deixa a relação ainda mais íntima.

Então hoje no post em homenagem a elas coloco um dos vídeos que eles veicularam.




Enquanto procurava esse material no You Tube, encontrei outro vídeo dessa empresa. Mas dessa vez algo feito por uma de suas filiais. O vídeo é simples, mas a letra escolhida foi muito legal. Então, se sua internet for legal ou sua curiosidade maior que a conecção acesse o vídeo.



Aproveitem o domingo e mime muito sua mãe. Tudo bem que todos os dias são delas, mas não custa exagerar nesse domingo :D.

Bebida alcoolica algo tão normal...

Final de semana festa com a família. Cervejinha, churrasco, tios perguntando se você já arrumou namorado (a), os avôs como o centro das atenções, e as crianças correndo para lá e para cá. A maioria das pessoas já viveram um domingão desses não é? E na maioria nessas festinhas sempre pediu um gole de bebida ou algum tio mais "festeiro" já ofereceu. Por situações como essas que o Conselheiro Anti-drogas do Município de Criciúma, Manoel Rozeng, afirma ser a família o principal fator pelo aumento do consumo de bebidas alcoolicas entre crianças, jovens e adolescentes. Segundo Rozeng existem crianças de 10/11 anos já dependentes. Na região sul cerca de 6% dos dependentes dessa faixa etária. Não importa classe social, cor ou fatores de risco. Existe forte influência da genética e da familia onde vive. A bebida por ser liberada tem fácil aceitação na comunicade, por exemplo aqui em Criciúma em palestras para crianças é observado que poucos consideram o álcool uma droga.


"Existe uma grande insidência de jovens que bebem. A falta de opções culturais ajuda, mas não é o principal fator. A bebida é usada em larga escala em baladas, festinhas particulares. Ela é de fácil acesso." Manoel Rozeng.

Nem sempre esse consumo foi tão bem aceito na sociedade. Antigamente um filho bebendo era motivo para bronca, e das grandes. Hoje elas ainda existem, mas em menos situações. Esse fator vem contribuindo para que o número de pessoas com pré-disposição a dependência cresça. E as vezes só uma ida ao barzinho poder ser o início de uma dependência. Por isso a importância do fator família nesses casos. "Só que proibir por proibir não adianta. Os pais tem que começar dando exemplo", advertiu Rozeng.

Abertura para novas drogas


Uma pessoa alcoolizada é mais fácil de ser influenciada. É com essa afirmação que o conselheiro defende sua opinião: a bebida abre caminho para outras drogas. De modo geral o álcool é a primeira droga que eles tem contato. Também segundo ele a quantidade de pessoas em tratamento é relativamente pouca comparado a quem faz uso da droga. Geralmente quem procura ajuda é forçado ou levado por alguém. Existem vários casos, inclusive, de jovens que agridem pais por causa do álcool. Somento por causa dele. "O álcool tem grande aceitação social, mas quando a pessoa fica doente geralmente é deixado de lado. O próprio estado (governo num geral) pouco faz por pessoas dependentes da droga", lamentou Rozeng. Ele ainda afirma que a maioria das pessoas que fazem alguma coisa para o dependente químico são aquelas que querem fazer algo mais. Muitas vezes sem ter nada em troca.

Leis

Na mídia atual pode ser observado uma campanha contra a proibição de propaganda de cerveja. Essa é uma das ações para tentar reduzir o consumo de bebidas. Mas é um processo que deve demorar um pouco mais, já que mexe com muito dinheiro. São bilhões de reais ganhos com essas propaganda, muitas pessoas ganham com isso. "Mas através delas são passadas as mensagens de que bebida é relacionado com tudo que há de bom na vida", comenta o conselheiro. Segundo ele algumas tentativas de leis mais rígidas, inclusive aqui em Criciúma, foram feitas. Mas é muito dificil conseguir algo. Existe um acordo os postos de conveniência para não vender bebida para menores. Mas poucos respeitam esse acordo. Não só nos postos, mas na maioria dos estabelecimentos. "A polícia vem fazendo um belo trabalho contra drogas, isso é um fator positivo", comemora.


Minha opinião (se não quer ler, pule para as fotinhos)

Não posso pegar muito no pé dessa história porque eu gosto de beber, hoje controlada e socialmente. Esse caso onde a família influência muito é bem real, pelo menos para mim. Mas confesso ter me assustado ao saber que crianças de 10 e 11 anos já são dependentes. As vezes o choque da realidade nos assusta. Equilibrio é a palavra, até para essa simples ação tão comum no dia-a-dia: beber.

Se beber não dirija e não durma no volante.

Cuidado para não ser fotografado assim no final da festa.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Como assim...já?

Na terça-feira fiz um post sobre o meu carro, aquele bandido que me deixou na mão. Chamei o "médico" dele, o mecânico. Mas com uma agenda super concorrida e meus compromissos ele apareceu na minha casa só hoje ao meio dia. Um dia e meio esperando para poder ver vivo o meu carro dinovo, bastante tempo não acham? Em menos de um minuto ele resolveu o problema. Tá talvez um pouco mais de um, mas aposto que não chegou a dois minutos. Outra vez foi a mesma coisa, num instantinho.

Vou fazer um curso de mecânica e não ficar mais na mão. Seria legal né? Também assim poderia começar a entender as explicações que eles dão.

Música de Quinta - Rosa de Saron

Muitas religiões usam a música para passar as mensagens, e com elas conseguem fazer com que seus ideais sejam melhores compreendidos. A música é usada para agradecer, pedir, e mostrar o amor para o seu Deus. Os norte americanos tem muito essa ligação, tanto que grandes cantores(as) aprenderam a cantar na igreja. Por isso o estilo gospel é tão conhecido. Mas na semana passada descobri que também existem bandas católicas. Tá sempre existiram, mas essa que vou apresentar para vocês hoje, vai além daquele padrão de letra estrofe/refrão/estrofe/refrão.

Há 20 anos, em 1988, surgia em Campinas-SP a Rosa de Saron. Uma banda que nasceu entre intregrantes do Movimento Renovação Carismática Católica. Em 1994 eles lançaram o álbum "Diante da Cruz", considerado o primeiro disco no estilo Heavy Metal católico que se tem notícia na história. Em 1997 o CD "Angústia Suprema" seguindo a mesma linha mas com uma melhor produção. Em 1999, arriscando uma ousada mudança de estilo, foi lançado o EP "Olhando de Frente" com 3 músicas, sendo 2 inéditas e uma regravação da clássica Diante da Cruz em novo formato.

Agora em comemoração aos 20 anos eles lançaram o Acústico. A banda atualmente é formada por Formado atualmente por Guilherme de Sá (voz e violões), Eduardo Faro (guitarras), Rogério Feltrin (baixo) e Grevão (bateria). A banda continua com a mesma missão: falar de Deus. As músicas que eles fazem é para ele.


Música: Do alto da Pedra





Mais informações da banda: www.rosadesaron.com.br

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Comodidades que viciam

Hoje pela manhã um imprevisto quase acabou com meu dia: meu carro não ligou. Tentei varias vezes e nada. No painel a luz da bateria acesa indicando que o problema vem dela. E olha que troquei faz menos de um ano. Mas tudo bem, o mecânico vai no final da tarde na minha casa resolver o problema. Só que num primeiro momento várias coisas passaram na minha cabeça: ir trabalhar a pé carregando uns cinco livros que tenho que devolver na biblioteca, entrevista para fazer num bairro longe e pelo jeito vou ter que pegar um transporte público, como vou no barzinho a noite? E um pensamento otimista "Ainda bem que meu carro não pifou ontem em Cocal do Sul ou Veneza!" Essas cidades ficam pertinho de Criciúma.

Onde quero chegar com esse relato do início da minha manhã é: como nos tornamos dependentes de carro, celular, internet, computador... Você já reparou? As vezes paro e penso "Como as pessoas viviam sem isso?" Mas elas viviam sem e conseguiam fazer as mesmas coisas que a gente, talvez com menos instantaneidade. Quando ficamos sem internet aqui no meu trabalho parece que o mundo vai acabar, só que soluções existem. É, essa tal modernidade tem deixado muita gente mal acostumada. Eu sou uma...

terça-feira, 6 de maio de 2008

Você acredita?

Número 13 dá azar, mas o Zagallo diz que dá sorte. Passar por de baixo da escada, gato preto, quebrar espelho, bater na madeira, trevo de quatro folhas, pé de coelho; todos símbolos ligados a superstições. Você acredita nisso? Tanto acredita que tem até uma especial? Pois bem essa história toda começou faz tempo.

Superstição é a crença tradicional de que certa ação ou ocorrência pode causar ou predizer um acontecimento aparentemente não relacionado com ela. Prática mágico religiosa para as quais não há explicação lógica e que se baseiam na convicção de que certos atos, palavras, números ou objetos trazem males, benefícios, sorte ou azar.
Elas sempre existiram até mesmo em meios considerados de pessoas cultas. Tanto que pensadores tentaram entender e defini-la. Eram eles Herbert (1902), Mauss (1903), Durkheim (1912), Frazer (1890) e Malinowski (1825). Eles diziam que elas eram de caráter anti-religioso, uma pseudociência ou uma resposta a insuficiência da ciência. Mas enfim, seja o que for, alguém sempre tel um superstição que seja (se você não tem, pensa bem). Mas voltando a racionalidade, elas não querem dizer nada pois não existe nenhuma comprovação cientifca. E não tem nada haver com religião. As crenças consideradas superstições não tem nenhum apego religioso.


O termo superstição encontra-se ligado a religiosidade. Inclusive os termos CRENDICE e SUPERSTIÇÃO são empregados para definirem o sentimento que se encaminha para crenças estranhas, significando entre o povo a mesma coisa. Investigando, percebe-se a sensibilidade que estas expressões despertam nos seus seguidores, nota-se que elas fazem nascer crenças subjetivas que se diferenciam
na prática. O crendeiro sublima a religião que professa com tamanha fé nos santos, nas rezas e promessas; é eclético, acredita um pouco em todas as religiões e de todas segue retalhos de ritos. Na superstição, observa-se a ausência de uma paixão religiosa entranhada e doentia; as entidades santificadas ou temíveis são substituídas por objetos, animais, vegetais, minerais, por palavras e gestos.

As pessoas que creem são geralmente mulheres, jovens e intelectuais. Até Napoleão Bonaparte acreditava. É isso mesmo, quando ele tinha 27 anos e estava no meio de uma batalha na Itália percebeu no turbilhão de um combate que no seu bolso se quebrara o vidro que protegia a miniatura de Josefina. Parando o cavalo disse: “Quebrou-se o vidro! Minha mulher está doente ou é infiel. Prossigamos!”

Eu vou confessar: não passo por baixo de escada e quando quero ter força durante a semana pinto minha unha de vermelho. Escolho essa cor por causa da vibração de força que o vermelho trás, tem lógica até.


E você? Tem algum superstição?


Fonte: http://www.facom.ufba.br/com024/supert/quee.htm