quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Música, praia, sol e mar

O fim de semana foi musical e curtir o show do Lenine na beira do mar, na Brava, foi uma das melhores experiências. Foi muito bom! Mais de cinco mil pessoas também sentiram essa vibe. A próxima vai ser Maria Gadú no dia 07 de fevereiro. Esse não perco de jeito nenhum! Coisas que só o verão de Floripa Tem. Entenderam o trocadilho?



Para completar fui no show do Eagle-Eye Cherry. Esperava algo mais dançante, mas o que ouvi foi ótimo. Voz e violão. Banda maravilhosa e sorridente. Sabe quando você olha para os caras e eles estão sorrindo e parecem muito felizes por estar ali? Senti isso. Enfim, mais algo bom para guardar.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O morro aqui perto de casa

Uma coisa que existe muito em Florianópolis, além da praia, é morro. É o da Caixa, da Serrinha, do Horácio... E eles são os atalhos para eu chegar na TV, que fica no Morro da Cruz. Dos caminhos eu só conheço o que passa pelo morro do Horácio. O trajeto até meu trabalho é reduzido muito quando escolho esse caminho. O interessante é que em duas ou três "subidas" para o trabalho descobri onde fica a boca e a casa da dona do morro. Sem falar que os meninos (cinegrafistas e motoristas) dizem que a galera da boca sempre manda recados, por exemplo: "chegou o branco". Entenderam né? Também mostram tijolos de maconha e ficam todos felizes por estarem ali. Sabe o que é mais assustador que isso? Muitas vezes são crianças e adolescentes. Inclusive um dia desses, em uma das minhas subidas, vi um menino de no máximo 12 anos trabalhando na boca. Ali sozinho, embaixo de chuva e talvez sem outra opção de futuro. Dai você pensa: "Há Maga existe sim. Ele é vagabundo por que quer." Acho que só vivendo ali naquela comunidade para entender. Já fiz alguns trabalhos de conclusão de curso em comunidades carentes de Criciúma. E sei que muito não enxergam outro caminho. Não enxergam futuro. Apenas esse caminho, um caminho sem volta, um caminho nada interessante. Um menino que apesar da cara de criança pode ser perigoso, pois o meio em que ele vive ensina isso. Um choque de realidade, mais uma vez algo que faz pensar. Senti dó, sinto raiva, sinto também uma impotência, mas continuei meu caminho.

Sabe o que esse texto fez lembrar? A música Ei Moleque, da John Bala Jones.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Fui trabalhar no Planeta Atlântida

Sempre que ouvia aquele som de guitarra anunciando que mais um Planeta Atlântida estava por vir eu sentia um frio na barriga. Curtir a música por dois dias é muito bom. Mas o desse ano foi diferente. Não fui como planetária, fui como jornalista. Tudo bem que em alguns momentos a planetária que existe dentro de mim resolveu atacar. Ah, ficar quieta no maior festival de música do Brasil não é nada fácil. E isso trouxe alguns probleminhas, mas no segundo dia eu estava mais habituada a ser a Maga jornalista.
Conhecendo o mundo Planeta

Parece redundante as palavras mundo e planeta juntas, mas o festival é realmente um mundo. E muito além daqueles que os planetários enxergam. Camarins, cozinha, lounge, caminho até chegar ao palco. Ah, fui lá em cima. Que visão. São muitas pessoas na organização para fazer a festa acontecer. E a galera da empresa então? Rádio, mídia impressa, internet e claro nós da TV. Turnos cansativos, entrevistas, buscar artista ali, inventar assunto para o programa ao vivo aqui, papos de trabalho quando dá e fugidinhas para curtir os shows. É mais ou menos assim que funciona.


Momento fã


Estive ao lado dos famosos da música atual: Exaltasamba, Ivete, Claúdia (me deu até beijinho no rosto), Charlie Brown Jr. (que fez um show mtooo bom), Pitty, Fresno, Cine (ôoooooo), Scracho, Pixote, Armandinho, Tico Santa Cruz... mas por um eu resolvi deixar meu lado fã falar mais alto: Marcelo D2. E bati até foto ó!