quarta-feira, 28 de abril de 2010

Eles voltaram mas nunca foram

Deu em alguns vários sites: Os Raimundos voltaram com o Tico Santa Cruz no vocal. Pois é, o Tico foi convidado (não é bem assim...) para ser vocalista da banda. O Canisso também voltou, o Digão nunca saiu, o Caio e o Marquin completam a banda. O Digão nunca saiu? Não, a banda nunca parou. A saída do Rodolfo fez com que eles decretassem o fim do Raimundos mas um tempo depois eles voltaram sem o cara no vocal. Mesmo assim para muitos a saída do Rodolfo foi o fim da banda e pronto. Os caras dizem que não. Que saber mais? Assiste o Na Pilha na sexta (na TVCOM, canal 36 da NET, às 18h. Ou ao vivo no http://www.tvcomsc.com.br/).  Conversei com os caras no último final de semana, eles participaram do WCT Festival. Nesta quarta tem a entrevista que fiz com o Teco e o Armandinho. Inclusive chamo a dupla de Teco e Tico. Os caras não se desgrudam.

Ainda sobre os Raimundos...
O show dos caras foi muitoooo legal. Não sei dizer se foi o melhor porquê no festival rolaram shows muito legais. Mas ouvir os caras outra vez me fez lembrar do tempo de adolescência e infância. Rir com as letras doidas, com as bobiças que o Digão dizia no palco e pular muito com o rock pesadão dos caras. Bom demais!

Enquanto isso, um clipe do Raimundos na época do Rodolfo.


PS.: E que mulher não é de fases heim?

terça-feira, 27 de abril de 2010

São tantas reclamações de amor


Não sei o que está acontecendo, mas ultimamente só ouço reclamações de relacionamento. Atitudes não agradáveis, jeito de ser, falta de companheirismo, ciúme bobo... espera aí, o que está acontecendo com esse mundo amoroso? Eu deveria estar ouvindo: estou tão feliz, estou adorando tudo isso, encontrei um parceirão. Mas não, está feia a coisa. O que pode ser? Vamos as suposições. Uma amiga, que também é solteira, disse: Maga, as pessoas estão acostumadas a reclamar. Análise interessante né? Acho que esse pode ser um fator importantíssimo para essa onda de reclamações amorosas. Sempre é mais fácil encontrar os fatores negativos na outra pessoa e não observar os próprios defeitos. Sem falar que somo acostumados a reclamar, elogiar não faz muito parte da nossa cultura.

Outra coisa pode ser a mania de jogar nossa felicidade em cima do outro. Ah ele(a) não me faz feliz. Opa! Espera aí, a felicidade está contigo nega(o). Não é a outra pessoa que vai te fazer feliz e sim você aí. Acredito que se você não consegue ser feliz sozinha não conseguirá ser feliz com alguém.

Não sei... só sei que amar deveria ser legal. Deveria deixar a nossa vida mais colorida. E não tão chata a ponto de haver tanta reclamação. Conclusão: os cupidos atuais deveriam ser bons de mira e ainda prestar consultoria sentimental de tempo em tempo. Para não gastar flechas à toa.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Música de quinta - Jogo Sujo do Erasmo Carlos

Olha só o tremendão amigo de fé e irmão camarada! Não sei muito da história do Erasmo Carlos, o que sei é que ele fez muitas músicas em parceria com Roberto Carlos. Inclusive ele está há quatro anos sem compor com o "rei". Mas segundo matéria no Terra, o próximo CD de Roberto terá música dos dois, como sempre. Sei também que ele foi da Joven Guarda e que tem mais de 500 composições.
Com quase 50 anos de carreira Eramos lançou no ano passado o CD Rock'n'Roll. Uma das faixas se chama Jogo Sujo e hoje ela aparece por aqui. Gostei muito do que ouvi. Há vale dizer que o amigo de fé aí não se limita a parceria com o "rei'. Erasmo fez parceria com Nando Reis, Marisa Monte e Marcelo Camelo. É, o tiozinho de 68 anos não pára.

Você não estará louco se enxergar o Samuel Rosa do Skank no clipe. A banda fez uma participação como figurantes no vídeo e a roupa que eles usaram faz referência ao filme Laranja Mecânica.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Música de quinta - Colbie Caillat

Hoje postarei aqui o novo clipe da Colbie Caillat. O dia parece de verão, ótimo para quem gosta tanto desse clima como eu, e a música da Colbie combina muito com isso tudo. Sem falar que ela é minha musa inspiradora no modo de vestir. Adoro as roupas dela, o cabelo e os acessórios. Bom, vou parar de elogiar tanto e só finalizar: eita som bom de se ouvir.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Quarta do sofá - Teorias de amor que valem a pena



Uma amiga já me disse algumas vezes: Maga para de seguir teoria e viva a prática. Concordo com ela sobre isso, mas se eu admitir que sou meio perdida na prática? Que tenho medo de amar e muitas vezes de ser eu mesma. De deixar as coisas rolarem como deve ser e de me machucar depois. Medos bobos que estou perdendo, ainda bem. Como faço isso? Vivo e mentalizo: dor de amor não mata Magali, você já sobreviveu há meia dúzia, pelo menos. Ah, e amar também não é complicado. Só deixa fluir menina. Pois é, não mata mas em alguns casos deixa feridas que custam sarar. Essas feridas são danadinhas e algumas vezes fazem você parar no tempo, se fechar para novas pessoas e esquecer de tudo o que já viveu. Resolvi deixar essa fase de lado e aceitar as chances que a vida dá. Só que continuo seguindo teorias, porque existem teorias de amor que valem a pena, tipo essa do texto do Osho.

Assuma o risco de ser sincero


Nenhum relacionamento pode crescer de verdade se você continuar dando-lhe as costas. Se você permanecer esperto e continuar se guardando e protegendo, apenas as personalidades se conhecem e os centros essenciais permanecem sozinhos.

Então, apenas a sua máscara se relaciona, não você. Sempre que uma coisa dessas acontece, há quatro pessoas no relacionamento, não duas. Duas pessoas falsas continuam se encontrando, e duas pessoas reais continuam em mundos à parte.

Esse risco existe — se você for sincero, ninguém saberá se esse relacionamento será capaz de entender a verdade, a autenticidade; se esse relacionamento será forte o suficiente para resistir à tempestade.

Existe um risco e, por causa dele, as pessoas permanecem muito protegidas. Elas dizem coisas que deveriam ser ditas, fazem coisas que deveriam ser feitas; o amor se torna mais ou menos como um dever.

Mas então a realidade continua faminta e a essência não é alimentada. Assim a essência vai ficando cada vez mais triste. As mentiras da personalidade são um fardo muito pesado para a essência, para a alma.

O risco é real e não existem garantias quanto a ele; mas vou lhe dizer uma coisa: vale a pena correr o risco.

No máximo, o relacionamento acaba — no máximo. Mas é melhor ser separado e verdadeiro do que irreal e junto, porque então você nunca estará satisfeito. A bênção nunca virá com o relacionamento. Você vai continuar faminto e sedento, e continuará se arrastando, só esperando que aconteça um milagre.

Para que o milagre aconteça, você terá de fazer alguma coisa, e isso é: começar a ser sincero. Com o risco de que talvez o relacionamento não seja forte o suficiente e possa não ser capaz de resistir — a verdade pode ser demais, insuportável — mas então esse relacionamento não vale a pena.

Por isso, é preciso passar pelo teste.

Osho, em "Intimidade: Como Confiar em Si Mesmo e Nos Outros

terça-feira, 13 de abril de 2010

Beija eu, me beija

Beijo no rosto, na testa, na pontinha do nariz, no cantinho da orelha, no pescoço, na mão, no ombro, beijo apaixonado, beijo de amor, beijo apressado, beijo demorado, molhado, intenso, beijo de despedida, beijo roubado, beijo desajeitado, beijo sem querer, beijo inesquecível e o primeiro beijo de todos. Ah são tantas formas, tantos jeitos de beijar e de ser feliz. Quem não gosta de beijar bom sujeito não é. Desculpe, mas é bom demais. Eu sou fã de beijos bons, de ficar horas beijando, de beijar alguém especial e ainda penso em encontrar alguém que vou beijar a vida toda. E o melhor, beijar e pensar: como eu não canso de beijar você. Sim, sou romântica. Hoje é o dia do beijo e o melhor de todos é aquele beijo apaixonado. Aquele beijo de mãe, beijo de pai, beijo de irmã, beijo de amiga e o beijo do amor da sua vida, pelo menos o amor daquele momento.

Feliz dia do Beijo! Convenhamos, eita dia bom de se comemorar heim.

Um novo tipo de loteria?

Um mercado que movimenta 1 bilhão de reais por ano. Ganham escolas, empresas que elaboram as provas, editoras, sites especializados e até agências de turismo que fazem grupos para viagens até o local das provas. Bem-vindo ao mundo dos concursos que começou lá em 1934 como uma forma de reduzir o desemprego no Brasil, estruturar o quadro funcional e dar uma estabilidade para o funcionário do setor público. É, e isso não mudou muito até os dias atuais. Passar em um concurso continua sendo uma forma de estabilidade financeira. Sobre o quadro funcional, bom isso eu não. Só sei que mais ou menos 5 milhões de brasileiros encaram as provas todos os anos. Minha irmã faz parte desse grupo, já eu nunca fiz um. Mas já fui fiscal em alguns. É, eu também já ganho uma graninha dessa movimentação bilionária ali.

São muitos candidatos, poucas vagas, muitas horas de estudo, alguns QIs camuflados, vitórias e derrotas. Descrevo assim todo esse processo de concursos. E tento imaginar como eles fazem para selecionar as pessoas que acertam a mesma quantidade de questões. Será que saber a teoria é o suficiente para se sair bem na prática? Será que sou anormal por não estar lá do outro lado, o lado de quem faz a prova e não de quem fiscaliza. Não sei, só sei que gosto do que faço e observar as pessoas enquanto elas fazem as provas rende textos para o blog. Ah, e quero dizer que esse esquema todo parece uma loteria. A de que se você acertar mais questões você ganha a felicidade da estabilidade financeira. Boa Sorte então.

Fiscalizando mais uma vez eu estava

Já eram quase 8 horas da noite de sábado quando minha prima ligou e disse: "Maga tem vaga para trabalhar no concurso de amanhã, topa?" Eu do meu ladinho da linha disse: "Claro, esse mês preciso muito de um extra." E qual mês não preciso? Então veio a bomba: "Tem que estar na escola às 6h15min tá?" Eu disse tudo bem mas cheguei atrasada no outro dia, mas foram só 15 minutinhos. Planejei dormir cedo, só que decidi ver um filme. Um sonho possível foi a pedida da noite. Queria algo emocionante para quem sabe me dar soninho. Enquanto isso eu baixei alguns clipes da internet, queria uma trilha sonora para fazer eu dormir cedo. Quem disse que dormir cedo é fácil? Para mim é muito difícil. E assim foi mais uma vez. O filme não me deu sono, a trilha era boa mas eu queria cada vez mais clipes e minha mente incansável não parou de pensar. Nessas horas alguém para fazer um cafuné ou para dormir de conchinha cairia bem. Tá um remedinho também, mas prefiro alguém, um cafuné e dormir de conchinha. Dormi 1h30 da madrugada e acordei 5 horas assustada com o som do despertador. Apertei soneca, soneca, soneca... meia hora depois resolvi levantar, tomar banho, café e sair.

Cheguei na escola e as turmas eram das Manoelas, Marcelas, Marcelos... Tinha patricinha com roupa da Gucci, Dolce & Gabbana e Luis Vuitton no mesmo modelito; tinha mocinha, tinha tiozão, tinha esquizitões, tinha descoladas, praieiras, senhoras, mães, filhas e avós. As mais conscentradas, as dispersas, os faladores, os que olhavam para o nada em busca de respostas. Os cuidadosos que usavam lápis em todas as questões e depois cuidadosamente passavam tudo a limpo com caneta preta. Os que trocavam de resposta ao fazer isso, o que não acho muito legal porque a intuição geralmente está certa. Há e teve um que demorou quase uma hora e meia para fazer uma redação de no máximo 30 linhas. Claro que comparei com o jornalista que escreve várias dessas e em minutos. E tinha minha colega de trabalho. Uma professora de português com quase 50 anos, alta, magra, cabelos grisalhos desarrumados na altura da orelha, com um rosto marcante de quem era bem bonita quando mais nova. Não que ela não fosse mais, mas as marcas do rosto deram a impressão que ela não queria manter a pele tão bonita assim. Uma mulher muita história para contar, e algumas partes ela contou na meia hora de intervalo que tivemos. Que teve filhos cedo, morou na Europa, casou, separou, mudou de casa várias vezes e hoje encontrou seu lugar. Não sai de Floripa de jeito nenhum. Ah ela mostrou a foto dos filhos, a mais velha tem a minha idade. O mais novo é lindo. No restante das 13 horas de convívio eu li a biografia do Tim Maia por Nelson Motta e a Super Interessanta desse mês. Tudo isso enquanto os coordenadores estavam longe, claro. Ela espiou esses livros também. No final do dia recebi meu dinheiro e fui embora.

As outras pessoas que fizeram parte deste dia aguardam a resposta da loteria. Tomara que eles tenham tido sorte. As caras anunciaram que a prova estava difícil.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Acordei querendo dar um jeito


Depois de um final de semana trabalhado (isso vai render o post de amanhã) resolvi acordar e dar um jeito. Então você pensa: a guria decidiu pedir demissão? Decidiu virar hippie? Não e não. Resolvi dar um jeito nas minhas coisas. Arrumei armário, as roupas jogadas no canto do quarto, os sapatos, os perfumes, brincos, as fotos no computador, os filmes no computador e também os clipes que baixei do YouTube na madrugada de sábado (isso também vai estar no post de amanhã). Voltei a aplicar o Feng Chui na minha mesinha de PC, livros e TV. Não consegui muito, a TV ocupa muito espaço por aqui. Ainda mais por estar conectada ao PC para eu poder assistir ao filmes/clipes organizados anteriormente e causadores de insônia. Nessa mesa agora estão também minhas canetas, meu celular do lado direito, um par de brincos, uma Gloss, uma agenda, uma agenda telefônica e o DVD/CD da Nego Joe. Também o estojo do meu óculos de grau, que poucos sabem que uso por eu pouco usar. Resolvi dar um jeito na minha visão também, mesmo eu sabendo que daqui desse quarto não sairei usando esse artefato que me deixa menos cega. Inclusive estou usando-o agora, e tudo fica meio embaralhado. Meu cérebro definitivamente não é acostumado a enxergar com essas lentes aqui. Outra coisa que encontrei foram meu chinelos de estampa de vaquinha. Só lembro quando o tempo frio começa a voltar e tenho que também arrumar minhas roupas. Meus pés estão quentinhos, dei um jeito nisso.

Arrumei também meu banheiro, minha cozinha, minha sala de estar. Quanta coisa foi arrumada hoje, sem falar no rolo que estavam meus cartões no Banco do Brasil. Fiz tudo isso e para finalizar arrumei minha sobrancelha.

Por que tudo isso? Uma forma de ajeitar a vida. Não que ela esteja muito bagunçada ou ruim. Pelo contrário, ela está bem melhor que há um ano atrás e se tudo der certo só vai melhorar. Só que às vezes faz parte, e bem, você parar e dar um jeitinho nas coisas do dia a dia. Pequenos detalhes, pequenas situações. E assim estar preparada para ajeitar outros pontos da vida. Arrumar armário é terapêutico. Dizer que não quer mais aquele par de sapatos é jogar algo ruim fora. E dar um jeito no cabelo é nascer outra vez.

É, hoje acordei querendo dar um jeito. Falta tanta coisa ainda, mas o primeiro passo foi dado.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Música de quinta - Changes de 2Pac

Viajando no YouTube vi alguns clipes de pop rock, folk, rap e hiphop. Então resolvi procurar por 2Pac e curtir um pouco do som do cara que foi o raper que mais vendeu discos na história. Sua vida foi bem conturbada e marcada por tráfico de drogas, prisões, morte do pai, mãe viciada em crack, violência... Seu talento para cantar a sua realidade, interpretar e os vários livros que ele lia não conseguiram mudar seu destino. No auge de sua carreira Tupac Amaru Shakur foi assassinado em 1995 quando saia de uma luta do Mike Tayson. Mesmo depois de sua morte outros álbuns foram lançados com as centenas de músicas inéditas que ele havia gravado.

Então vamos de Changes, a minha preferida.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Ser legal não é a mesma coisa que dar mole

Você já deve ter ouvido/lido esta frase: sou legal, não estou te dando mole. Sou uma dessas pessoas que seguem este lema. Explico o porquê. Em muitos momentos não sei quando o cara dá em cima de mim, levo tudo na brincadeira e assim sempre foi. Até minha mãe fala isso. Ela diz mais ou menos assim: "Por isso que está sempre sozinha, leva tudo na brincadeira e na amizade". É, mãe sempre tem razão. Mas o estar sozinha também tem outro motivo. E quem disse que estou sozinha? Tá, mas o papo aqui é outro.

Sou a favor do ser legal com alguém que chega em você, mesmo quando você não quer nada com ele ou ela. O motivo é simples: pode não rolar uma paixão ali, mas uma amizade sim. Sem falar que para muitos o fato de chegar em alguém é ultrapassar grandes limites de timidez. Rola todo um processo antes da palavra oi. Análise do alvo, filtro dos assuntos que podem ser abordados, busca por sinais que demonstrem que a pessoa não vai te tratar mal... a primeira abordagem não é simples. Ainda mais quando sabemos que a mulher é quem escolhe a companhia e se ela disser não é não e pronto. Salvo situações onde o cara é tão teimoso que consegue conquistar mostrando que é isso que mais quer na vida. Só que ele só conquistou porque a mulher resolveu dar uma chance. Sabe aquela do mais vale um na mão do que dois voando? E a outra: temos que dar valor a quem nos dá valor? E ainda aquela: você tem que ser mais amada do que amar? São tantas teorias.

Quem não ganha mesmo são os bêbados galantes. Aqueles que ficam mais loucos que o Bozo e vem falar com você. Isso é tiro no pé, principalmente quando a menina não esta na mesma vibe que o cara. Tratar mal pode ser a única saída nesses casos, pedir a ajuda de algum amigo também vale. Eu prefiro fugir do bêbado inconveniente e ainda rir das investidas que ele dá em outras meninas na balada. Quando consegue alguém mesmo é risada na certa.

Observo em muitas situações meninas sendo esnobes e nem dando chance para o cara falar alguma coisa. Depois nós reclamamos que os caras não chegam. Claro, a situação é simples: depois de vários foras grosseiros o medo de chegar em alguém só aumenta.