segunda-feira, 23 de julho de 2012

Um ano sem Amy



Sei que todos comentam sobre o aniversário de morte da Amy Winehouse. Sim, já passou um ano. Sim, hoje só vai dar ela na TV, na timeline do Facebook, no som dos carros, computadores, nas rádios, nos blogs... só ela. 


Eu fiz o mesmo, publiquei algo sobre ela no meu Facebook, estou aqui escrevendo enquanto escuto os álbuns que ela gravou. Foi então que resolvi realmente ouvir as músicas, sentir as letras e o que ela quis dizer. Eu não tinha parado e feito isso antes. Talvez agora seja o momento certo, talvez só agora eu possa entender algumas coisas. Conclusão: mais uma vez o amor, ou a falta dele, fez algo ser imortal. Ou você ainda tem alguma dúvida que a música dela é para sempre?

Amy foi sensível ao cantar sobre as inseguranças do amor. Cantou sobre ir embora, sobre como o amor é um jogo de azar, o querer que algo não dure apenas uma noite, cantou paixões malucas, a incerteza de realmente ser algo importante para outro alguém, sobre o luto do fim dos relacionamentos, sobre querer um cara maduro e que cuidasse dela, sobre apenas querer que outro alguém fizesse bem para ela. Cantou sentimentos simples que toda mulher já viveu ou viverá nessa vidinha. Ela foi sensível ao deixar claro o amor que sentia. Foi romântica ao extremo, foi autodestrutiva, foi desequilibrada, foi uma cantora sensacional, abriu caminho para outras cantoras sensacionais, foi ícone na moda, tinha uma voz perfeita e por isso tudo virou lenda. 


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Amar é simples ou complexo?

Durante um papo na pizzaria (já que ontem foi o dia da pizza) uma amiga mostrou duas fotos que ela fez no show da Marisa Monte em São Paulo, na última sexta-feira. Numa foto a frase: Amar é Simples. Já na outra a frase: Amar é Complexo. Elas foram tiradas durante esta música: 




Estávamos em quatro amigas e claro que as opiniões ficaram divididas. Mesmo quando a autora das fotos disse: Ela canta que amar alguém só pode fazer bem. Concordamos com isso, mas mesmo assim nem sempre amar é tão simples. Hoje fuçando sites super construtivos (de fofoca) encontrei uma matéria onde a Sabrina Sato foi muito inteligente ao acabar com nossa discussão iniciada na pizzaria. Ela resumiu tudo assim: "Amar é muito simples, mas relacionamento é algo muito complexo." Agora me diga: alguém aí discorda da Sabrina? Eu não. 


PS.: Sabrina é a mais nova solteira do pedaço, ela terminou um relacionamento de três anos. Meninossss é a chance de vocês!!!



sábado, 7 de julho de 2012

Cecília e eu

Cecília tem sido minha companheira nos últimos dias. Companheira de praia, companheira de fila, companheira antes de dormir. Ela é interessante. Chamou minha atenção com a frase: Escolha o Seu Sonho. Confesso que ela me enganou um pouco. Afinal de contas não encontrei muitos sonhos em sua companhia. Não os sonhos que imaginava. E acho que até foi bom, detesto livro de autoajuda. Consegui ler poucos nessa vida. Agora Cecília Meireles é a responsável pelo primeiro livro de crônicas que leio.


Como escrevi no parágrafo acima, não encontrei sonhos no livro de Cecília. Apenas fatos do dia a dia, coisas do cotidiano, histórias verídicas ou não. Seriam sonhos da escritora? Ou os sonhos estão ali, escondidos nos fatos simples da vida. Não sei, só sei que estou adorando passar esses dias com Cecília. O curioso é que o livro foi lançado em 1964 e muitas coisas ali escritas continuam iguais. É, existem coisas que o tempo não muda. 


PS.: estava com saudade de escrever aqui.
PS1.: poucas coisas mudaram desde do último texto ali.
PS2.: preciso que coisas mudem o mais rápido possível... ou pelo menos até o fim de julho.
PS3.: boa sorte pra nós.